17/08/2017

Delegacia da Mulher completa dois anos em Suzano com recorde de atendimentos


IMG_7453

Há dois anos prestando atendimento em Suzano, a Delegacia da Mulher já soma em oito meses quase 800 atendimentos a mulheres vítimas de violência doméstica. Neste período, foram registrados mais de 335 casos de lesão corporal dolosa.
Autor da indicação para criação e instalação do serviço na cidade, o deputado Estevam Galvão visitou a Delegacia hoje (17/08) pela manhã. Sob o comando da delegada Silmara Marcelino, o espaço também contou com a presença do delegado seccional, Marcos Batalha, da coordenadora da Sala Rosa, Maria Margarida Mesquita, do delegado titular na cidade, Edson Gianuzzi, do secretário municipal de Segurança Cidadã, Fátimo Aparecido Rodrigues entre outras autoridades da área.
Para Estevam, a Delegacia da Mulher representa atendimento mais digno, humanizado e segurança para as mulheres e famílias suzanenses. “Veja que desde a instalação, a Delegacia vem registrando um aumento significativo nos registros de ocorrências e condução de medidas protetivas, muito mais porque as mulheres estão se sentindo mais seguras para denunciar a violênciaque sofrem. Aqui, são atendidas por mulheres preparadas para atender estes tipos de ocorrências, podem contar com proteção policial e o atendimento psicológico que precisam para enfrentar este gravíssimo problema”, afirmou.
O seccional lembrou que a Delegacia da Mulher em Suzano realiza um excelente trabalho e já registra mais ocorrências do que Mogi das Cruzes. “Os índices aumentaram, mas o atendimento e resolução dos casos também e isso traz um ganho muito grande para a sociedade e para as famílias”, apontou.
Somente neste ano, 894 boletins de ocorrência foram registrados. Nos 12 meses de 2016, os números chegaram a 1.304. Também já foram expedidas 298 medidas protetivas, contra 433 registradas no último ano.
“A Delegacia da Mulher de Suzano conta com a Sala Rosa, que atende as mulheres vítimas de violência doméstica e em parceria com a Guarda Municipal realiza o patrulhamento da Lei Maria da Penha. É um trabalho árduo, mas muito bem desempenhado por toda a equipe e que tem trazido resultados satisfatórios para a nossa cidade. É preciso deixar claro que qualquer tipo de violência contra a mulher é crime, passível de reclusão”, alerta a advogada Maria Margarida.

Deixe um Comentário